Flimarzinha nas escolas: Alunas das escolas municipais, estaduais e do IFAL participam de oficinas de poesia

29 de novembro de 2018

Durante dois dias, as estudantes participaram das oficinas, que tem o intuito de estimular a produção de poesias para serem apresentadas durante 9º Flimar.

Texto: Sthefane Ferreira / Fotos: Wellington Alves

Alunas do 6º ao 9º ano das escolas municipais e do Ensino Médio das escolas estaduais e do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), participaram da Oficina de Batalha Poética. A atividade faz parte da programação da Flimarzinha nas Escolas, que antecede a Festa Literária de Marechal Deodoro (Flimar). As oficinas iniciaram quarta (28) e finalizaram nesta quinta-feira (29).

Inspiradas no “Slan das Minas”, um movimento que surgiu nos Estados Unidos na década de 70, a oficina prepara as estudantes para a Batalha Poética que será realizada durante a Flimar, na Flimarzinha e também no Sarau.

Durante as oficinas, duas componentes da Ong Ateliê Ambrosina explicaram para as participantes as técnicas para escrever poesias, que serão produzidas após um debate sobre o tema da Flimar 2018, tendo como base as histórias de vida de cada uma das participantes.

Durante a Flimar, a Batalha Poética acontecerá na Flimarzinha e também no Sarau. Cada aluna terá no máximo três minutos para realizar a apresentação da poesia produzida. Estão participando das oficinas 130 alunas de todas as escolas.

Na quarta-feira (28) participaram alunas das Escolas Municipais Petronila de Gouveia, José Bispo, Adelina de Carvalho, Manoel Messias, Altina Ribeiro, Joviniano Rodas e Araújo Lobo.

Já na quinta-feira (29), participam as alunas das Escolas Municipais Edival Lemos, Joaquim Gama Filho, Eleuza Galvão, das Escolas Estaduais, Rosa da Fonseca, Deodoro da Fonseca e do Instituto Federal de Alagoas (Ifal).

De acordo com a integrante da Ong Ateliê Ambrosina, Juliana Barreto, o intuito das oficinas é estimular que as alunas pensem sobre a situação em que vivem.

“Nessas oficinas nós estimulamos as alunas para que elas pensem melhor sobre a situação delas.  Elas irão produzir poesia de resistência, porque nós mulheres obtemos nossos conflitos e reelaboramos para sair deles e isso é possível através da poesia”, explicou.

29 de novembro de 2018

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